quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Já toda a gente ouviu falar nos 21 dias que são necessários para que o nosso cérebro leve a adquirir um novo hábito.
Há quem defenda que são mais consoante a tarefa mas, neurocientistas afirmam que basta os 21. 
Sou fascinada por neurociência. 
Adoro a forma como o nosso cérebro consegue guiar-nos durante tarefas quando estamos a pensar noutra coisa em nada relacionada com a tarefa em questão. Exemplo disso é a chamada “Hipnose de Estrada”: chegar ao trabalho depois de ter conduzido, parar em semáforos, meter mudanças, desviar de carros e não lembrar de ter feito nada disso.
Como esta há uma que me leva sempre a rir pois reflete exatamente o que sinto com o Cross.
O nosso cérebro reconhece a pratica de desporto como um stress começando logo pelo aumento da frequência cardíaca. É quase algo primitivo: estamos sob ameaça de um predador e temos de fugir!
Mas o nosso corpo adapta-se a este modo de alerta e neste processo são libertos químicos que nos ajudam a lidar com isto e não panicamos.
Mas são estes mesmos químicos que nos fazem sentir bem após a prática desportiva e aliviam as dores.
Não é o máximo? Eu acho.
E o melhor disto é que estes químicos são viciantes para nós. Exemplo: a endorfina!
Tal e qual a minha relação com o cross!!
Olho para o quadro: o coração acelera e começo a panicar, depois começo a praticar e os químicos transbordam pelo corpitxo e acalmo. No final estou estourada mas feliz e pronta para voltar no dia seguinte!
Adoro o cérebro humano!
#brainstuff #addicted #crosslover #fomeafalar


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