terça-feira, 21 de março de 2017

A propósito

da comida saudável, tenho a dizer que há todo um processo preguiçoso na minha mente sobre o cozinhar.
As vantagens de uma alimentação rica em proteínas é que é tudo mais simplificado. Bifes, peixe, queijo, ovos e sinceramente não penso muito mais.
Tenho sempre como aliados os legumes (aqui algumas amigas fazem aquele ar de escárnio para os meus maravilhosos brócolos) e ao almoço termino com uma peça de fruta. Quanto aos hidratos, não sou fundamentalista e não corto a 100%. Aprendi na escola que os mesmos são necessários e até a nutricionista Diana também os aconselha numa dosagem pequenina. Basicamente se for arroz ou massa será umas 2 colheres e chega e porque é integral.
Se for sincera, quando há batatas fritas para o resto do gang lá de casa, há sempre umas 4 que desaparecem misteriosamente mas são só 4 (deve ser número da sorte, não sei).
De resto, lido bem com a alimentação conscienciosa. O problema é os intervalos das refeições... Esses malditos...
Há um botão no nosso cérebro que liga o piloto automático dos chocolates, das bolachinhas, dos lanchinhos com snacks salgados, etc.
Aqui é a verdadeira provação.
Truque: não comprar porcarias lá para casa!
Ou fugir da colega diabólica que traz esses mimos para partilhar nos lanches.
Fazer gelatinas e comer a imaginar um cheesecake de morango.
Comer 2 marinheiras e pensar num brigadeiro.
Comigo não resulta mas eu tento...

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