segunda-feira, 5 de março de 2018

Nem de mais nem de menos, é a regra em tudo o que se refere a alimentação.
Com a suplementação de proteína não é diferente.
Se por um lado ela é a maior aliada a uma construção muscular, quando consumida em excesso os efeitos podem ser o oposto do pretendido e ainda gerar alguns problemas de saúde graves.
Yep, graves.
Sabemos que um atleta para obter um desenvolvimento muscular, deverá consumir mais nutrientes devido ao gasto energético despendido e como solução mais frequente, é usada a suplementação de proteína.
“… As recomendações de ingestão diária de proteína, para um atleta de endurance, são de 1,2 a 2,0.g de proteína/kg de peso corporal… É importante referir que as recomendações de ingestão proteica em atletas conseguem, de uma forma geral, ser atingidas exclusivamente através da alimentação…”
(mas a malta quer ficar GRANDE e GROSSA – dito em modo bumbunas)
Tranquilo, mas e quando é feita uma ingestão de proteína em demasia?
Primeiramente pode causar menos definição corporal pois poderá ter o efeito de engordar: gerar mais gordura corporal (caso para dizer: that went well...).
Depois os rins são os nossos gémeos que sempre que certos alimentos são ingeridos excessivamente, acusam essa brincadeira e tal como o fígado, são obrigados a trabalhar mais para destilar as nossas asneiras (e quando há asneira da grossa bebemos mais água feito cavalos de corrida). Ou seja: problemas renais, hepáticos e cálculos renais são alguns dos resultados deste excesso.
Então há que ir sempre pela máxima: menos é mais.
Continuo a ser daquelas chatas que quando tem duvidas é aos especialistas na área que chateio até perceber a coisa. Este corpitxo é o que tenho e terei de viver nele por isso há que tratá-lo bem ou ando por aí a ganir
Hum… esperem… isso já faço após aulas do cross… hum…
#suplementacao #proteina #GrandesGrossos #pó #crescer #PapaDaBoaFazQuaseIgual

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